A nossa ministra do meio ambiente é uma pessoa honesta, bem intencionada e inteligente, mas está sendo tímida quando comparada aos falcões que destróem o ambiente em projetos bilhonários. É preciso mais energia, mais integração entre o Ministério do Meio Ambiente com o Ministério da Defesa, com o exército, com o departamento de inteligência. Há um ranso, uma dificuldade de coordenação, entre o nosso governo de esquerda e o exército brasileiro que precisa ser superada. É preciso saber usar o exército para o bem da nação. Por que as forças armadas não podem ser reequipadas para garantir a integridade da floresta Amazônica? Cadê o SIVAM com tecnologia nacional? Contar com o IBAMA... O IBAMA é importante mas é uma gota no oceano. Estamos cansados de ver na televisão dois funcionários do IBAMA reclamando que têm que tomar conta de uma área do tamanho da Espanha com uma Kombi. Não funciona. Tomar conta da Amazônia é coisa que se faz com aviões de reconhecimento, satélites, helicópteros...
A ministra deveria coordenar uma pasta de projetos especiais junto com o Ministério da Defesa para garantir a integridade ambiental do país.
E esses projetos deveriam ser feitos por cientistas e estrategistas, sob a coordenação dos ministérios, para que nos próximos sete anos se construisse no Brasil um sistema de defesa e consevação ambiental "modelo" para o mundo. Com isso garantiríamos a posse e soberania da amazônia e exportaríamos essa tecnologia para todos os países que precisam de sistemas parecidos. A Ásia e a África seriam grandes mercados para implantação desses modelos, por exemplo.
Enfim, o governo brasileiro precisa pensar multidisciplinarmente, com iniciativas que envolvam diversas pastas. Encontrar sinergia entre os diversos setores do nossa imensa máquina pública é uma importante tarefa para nossos governantes. Tudo isso com a finalidade de garantir que nossos interesses, e aí leia-se nossos como "povo brasileiro", sejam atendidos. Além da articulação interna dos setores governamentais em assuntos importantes como esse, não podemos esquecer a relevância da interlocução entre os setores público e privado, que carrega consigo a sustentabilidade econômica dessas iniciativas. O Brasil precisa enxergar-se como nação. Longe de nacionalismos infantis, devemos ter consciência dos nossos interesses e principalmente dos interesses que outras nações têm a respeito do Brasil. Tudo isso para proteger nassa maior riqueza, o ambiente em que vivemos.














